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Receita de sangria de vinho



Uma sangria, em dias de calor, em festas, num jantar a dois, é uma bebida sempre agradável e refrescante.

As receitas de sangria são inúmeras e cada pessoa acrescenta as suas variações pessoais. A minha sangria de vinho tinto costuma fazer sucesso junto de amigos e celebrantes e faz-se rapidamente. Precisa de uma laranja, um limão e duas maçãs, tudo com casca e cortado em pedaços pequenos. Ponha todos estes ingredientes num recipiente. Junte dois cravinhos, um pau de canela, duas colheres de sopa de açúcar, uma garrafa de vinho tinto, a mesma quantidade de gasosa (pode usar um pouco menos menos se quiser um sabor mais forte), dois cálices de uma bebida destilada (whisky, gin, rum, vodka, etc.) um cálice de licor (triple sec, ponche, anis, etc.) e gelo a gosto. Mexa bem, sirva e faça um brinde..

Como fazer caipirinha em casa



Quando o calor sobe, uma caipirinha é uma bebida saborosa e refrescante. Muitas pessoas não a fazem e casa porque julgam ser complicado, especialmente no que toca ao gelo moído. No entanto, a receita tradicional de caipirinha brasileira é muito fácil e pode ser facilmente preparada.

Precisa apenas de limas, gelo, açucar e aguardente de cana branca também conhecida por cachaça (se usar vodka faz uma caipiroska).

Para cada caipirinha calcule meia lima, 50 a 60 ml de cachaça, uma colher de sopa de açucar e cinco pedras de gelo.

Sardinhas assadas ou grelhadas


Não é por acaso que as sardinhas assadas são consideradas uma das maravilhas da gastronomia portuguesa. No Verão, quando estão gordas, são um verdadeiro pitéu.
Comece por lavar bem as sardinhas. Salgue-as de ambos os lados e deixe tomar sal durante uma ou duas horas. A receita tradicional de sardinhas assadas implica cozinhá-las no carvão, método que proporciona um sabor mais intenso.
Pode, no entanto, prepará-las num grelhador eléctrico, que as deixa igualmente muito boas. Utilize uma grelha dupla, pincele-a com azeite ou deixe-a aquecer bem antes de colocar as sardinhas. Acomode-as lado a lado, alternando cabeças e rabos.Feche a grelha com as sardinhas no seu interior.

Peixe espada frito



Pode utilizar peixe espada preto ou branco (prateado) para a confecção desta receita. Eu, pessoalmente, incluo o peixe espada entre aqueles que resultam melhor na fritura.

Comece por amanhar o peixe espada retirando-lhe as vísceras. Corte-o em postas de cerca de três centímetros de largura (as postas assim cortadas, mais finas, ficam mais crocantes e saborosas). Pique finamente dois dentes de alho (facultativo, eu acho que funciona muito bem), salgue a gosto, regue com o sumo de um limão e envolva bem as postas de peixe.. Deixe tomar gosto durante uma hora.

Frite como habitualmente, conforme pode ver aqui. Sirva com arroz de tomate malandrinho e salada de alface, ou com batata cozida e salada de tomate. Caso sobre algum peixe pode conservá-lo num molho de escabeche. Bom apetite. 

Nota: Há quem retire a pele ao peixe espada preto. Eu pessoalmente prefiro mantê-la.

Receita de lulas recheadas - lulas cheias



Este prato, conhecido por lulas recheadas nuns sítios e lulas cheias noutros (no Algarve, por exemplo). Vire os sacos ao contrário com cuidado para não rasgar.

Pique as cabeças e as aletas em pedaços pequenos. Pique igualmente chouriço, presunto, alho, cebola, tomate e pimento. Refogue a cebola e o alho num pouco de azeite. Junte as carnes. Passado um pouco, acrescente o tomate, os pimentos e um pouco (três ou quatro  colheres de sopa para um kg de lulas) e deixe refogar mais um bocado. Pique salsa qb e envolva nesta mistura. Reserve.

Receita de cataplana de peixe e marisco


Cozinhar na cataplana permite sempre manter o sabor genuíno e o perfume dos alimentos. As possibilidades são imensas, dependendo dos produtos, do gosto e da imaginação do cozinheiro

Esta receita de cataplana de peixe e marisco aproxima-se da receita tradicional algarvia, com pequenas variações, pois o peixe e o marisco podem sempre substitui-se por outros, dependendo do gosto dos comensais e da disponibilidade do mercado. Neste caso, usei uma pescada fresca (cerca de 250g), duas pata-roxas (400 a 500g), duas avárias (cerca  de 400g) e duas sardinhas (para dar sabor) e berbigão (500g). Parti os peixes em pedaços não muito pequenos, temperei com sal e limão e reservei durante uma hora.

À parte, numa panela normal, cozi quatro batatas médias em água e sal.

Entretanto pus duas colheres de azeite na cataplana, uma folha de louro, cortei uma cebola média em rodelas e piquei um dente de alho. Coloquei estes ingredientes em fogo brando até alourar ligeiramente.

Doce ou compota de Figo



Lave os figos, corte-os ao meio e depois corte cada metade em quatro. Por cada quilo de fruta utilize 750g de açúcar, dois cravinhos, uma estrela de anis e casca de meio limão. Ponha cerca de um milímetro de água na panela (apenas o suficiente para que os figos não colem à panela até começarem a libertar o seu próprio líquido) onde vai fazer o doce, despeje os figos, os cravinhos, a estrela de anis e a casca de limão.

Tape bem a panela e deixe cozinhar em lume muito brando, mexendo de vez em quando.

Ao fim de uma hora, acrescente o açúcar e deixe cozinhar mais meia hora sem se esquecer de mexer. Despeje o doce ainda quente em frascos esterilizados, encha-os até cima, feche bem e vire-os ao contrário, com a tampa para baixo. Deixe arrefecer e guarde no frigorífico ou em local fresco e escuro.